Pandemrix

Pandemrix é o nome da vacina para o vírus da influenza do tipo A, H1N1, que só pode ser obtida mediante receita médica.

Geralmente as vacinas actuam no sistema imunitário, habituando-o a defender-se contra uma doença. A vacina Pandemrix contém pequenas quantidades de hemaglutininas (proteínas da superfície do vríus) da vulgarmente conhecida por Gripe A. O vírus é previamente inactivado para que não possa causar nenhuma doença, porém habitua o nosso organismo à sua existência, sabendo este como agir imediatamente caso seja novamente confrontado por esta estripe viral.

Quando uma pessoa recebe a vacina, o sistema imunológico reconhece o vírus como “um corpo estranho” e produz anticorpos contra eles. O sistema imunológico, então, será capaz de produzir anticorpos mais rapidamente quando é exposto ao vírus novamente. Isso vai ajudar a proteger contra a doença causada pelo vírus.

Contudo, nunca será de mais relembrar que o vírus para além da hemaglutinina inactiva também contem um co-adjuvante imunológico ASO3, constituído por 11,86 mg de alfa-tocoferol e 4,86 mg de Polioxietileno Sorbitana para a constituição liquida, ácida e viscosa do composto. O alfa-tocoferol é um composto normalmente usado na constituição de todas as vacinas, pois previne danos célulares, melhora a circulação sanguínea, regeneram tecidos, alivia tensões respiratórias e é essencial na formação das células sexuais, contudo o tocoferol, que é da família da Vitamina E, é acumulativo no organismo podendo gerar hipervitaminoses sempre que existir em grandes quantidades e avitaminoses na ausência do mesmo.

A minha grande dúvida está no terceiro adjuvante, 10,69 mg de esqualeno no Pandemrix. O esqualeno é um composto orgânico que existe fortemente distribuído na natureza, existindo nos seres vivos e em diversos alimentos, sendo este composto essencial para o funcionamento do nosso organismo quando administrado em quantidades moderadas. O esqualeno é um dos metabólicos de biossíntese do colestrol e aumenta o nível de absorção de todos os compostos pelo metabolismo humano, entre as varias propriedades destacam-se as suas capacidades antioxidantes, destoxificantes, hipocolesterolémica e anti-carcinogénica. O esqualeno proporciona um metabolismo mais eficiente aumentando o nível de acção e reacção de todas as células do corpo humano, quando este composto estiver em grandes quantidades no nosso metabolismo poderá levar à exaustão das células do corpo humano, hiperestimulando-as, podendo causar o término ou a inactividade das mesmas criando fortes desequilíbrios e vulnerabilidades no nosso organismo.

Dizem os apologistas da maledicência que existem dois tipo de Pandemrix, um com o adjuvante esqualeno destinado às massas e outro destinado às elites sem este mesmo adjuvante.

Sinceramente não me sinto esclarecido, e quando não há clareza na saúde nem consensos nos profissionais de saúde nos procedimentos médicos, as dúvidas persistem e todas as teorias são válidas.
Desejo efusivamente que as minhas dúvidas não sejam fundamentadas.

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  1. Novembro 23, 2009 às 14:57
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