O grande logro médico…

A realidade por detrás da ciência médica é, infelizmente em grande parte dos casos, uma realidade feita de dogmas, verdades inquestionáveis e fé, muita fé.

Quando ouvimos na TV que este ou aquele medicamento faz bem à saúde é muito provável que estejamos a ouvir uma verdade igual à de qualquer outro anúncio televisivo, seja de aspiradores ou de máquinas de café. Muitas vezes será mesmo menos verdadeiro.

Para ir directo ao assunto, o que me leva a escrever este artigo é a recente descoberta minha, através de fontes de grande conhecimento técnico em cargos da saúde em Portugal que me alertaram para o facto de nenhuma vacina da gripe, seja gripe comum, A ou outra qualquer, ter sido testada e comprovada a sua eficácia. De facto, foi através destas fontes que cheguei a um artigo que ligarei em seguida.

Na verdade, nenhuma empresa fabricante da vacina da gripe poderá afirmar que a sua vacina é eficaz, simplesmente porque nunca foi sujeita a testes comparativos.

Por outro lado, existe a enorme possibilidade destas vacinas não só terem menos efeito que o afirmado como não terem efeito absolutamente nenhum.

Vou tentar ser muito breve na explicação de uma realidade aberrante.

Existem mais de 200 agentes capazes de causar sintomas de gripe, e estima-se que apenas 7 a 8% dos casos diagnosticados com gripe sejam mesmo gripe.

Todos os anos, pela Primavera, para determinar a eficácia da vacina contra a gripe, pegam-se em número igual de pessoas vacinadas e não vacinadas e analiza-se a mortalidade em cada um dos grupos.

Esta mortalidade nada tem a ver com a gripe, é mortalidade bruta, seja ela de gripe, acidente de automóvel, suícidio, tudo.

Depois chega-se à conclusão que o grupo vacinado tem cerca de 50% menos de probabilidades de morrer do que o outro.

Não há testes com placebos nem comparação entre mortes reais de gripe. Nada.

E a comunidade médica recusa-se veementemente a usar testes com placebos na gripe por motivos éticos, afirmando que seria desumano recusar a vacina da gripe a pessoas que dela precisem. Assim evitam que a ciência da gripe avance.

Ora, recentemente alguns investigadores da Group Health Research Center em Seattle averiguaram a mortalidade de mais de 72.000 pessoas fora da época da gripe.

Descobriram simplesmente que a mortalidade dos vacinados contra a gripe era menos de 60% da mortalidade dos não vacinados, independentemente da causa de morte, por acidente de automóvel ou pela queda de um piano na cabeça.

Isto leva a concluir que quem é vacinado tem menos probabilidades de morrer do que um não vacinado pela simples razão de ser mais saudável e se preocupar mais consigo próprio. Para além de ter mais dinheiro e decerto seguro de saúde.

É que a vacina da gripe só apregoa uma redução de 50% da mortalidade.

Um médico americano baseado em Roma afirmou a uma conceituada revista médica que uma vacina que reduz o risco de morte de gripe, mas também de acidentes de viação, cancro, incêndios, quedas e ataques de coração náo é uma vacina mas sim um milagre.

A conclusão do estudo, que indicava uma redução de mortalidade de qualquer causa em 60% nos vacinados foi impedida de ser publicada num jornal médico de referência e quando finalmente saiu foi totalmente ignorada pela comunidade médica como se de uma heresia de tratasse.

Mas a História encarrega-se de provar a mesma coisa.

Quando em 2004 a produção de vacina foi insuficiente e deixou 40% da população de vacinados habituais sem vacina, a mortalidade simplesmente não aumentou.

Em 1968 e 1997 a produção de vacinas foi erradamente concebida, pelo que ninguém no mundo ficou realmente vacinado contra os virús da gripe que nesses anos apareceram. No final a taxa de mortalidade nem se mexeu.

O facto de não haver testes com placebos devido a razões éticas é muito difícil de engolir, uma vez que pelas mesmas razões já se cometeram atrocidades no passado.

Por exemplo nos anos 80 e 90, os especialistas oncológicos recusavam-se pelas mesmas razões éticas a estudar novas formas alternativas à quimoterapia e transplantes de medula. Só muito mais tarde se percebeu que estas técnicas estavam de facto a matar os pacientes.

Nos anos 70, o mesmo se passou com o analgésico Lidocaína que passou a ser prescrito para doentes com ritmo cardíaco irregular.

Pelas mesmas razões “éticas” os médicos recusavam os testes comparativos com placebo.

Infelizmente levou quase 2 decádas a verificar que os doentes tratados com este medicamento tinham 3,5 vezes mais probabilidades de morrer do que os tratados com placebo.

Assim, a vacinação é mais uma questão de fé ( e económica) do que de resultados rigorosos.

Como disse no ínicio, fontes de relevo na área virulógica e de vacinação em Portugal me incentivaram a ler discretamente um artigo que expunha tudo isto e no qual eles secretamente acreditavam. Infelizmente acreditam que a carreira deles poderia estar em perigo caso dessem voz a algum destes receios.

Para quem quiser saber mais deverá ler o artigo completo aqui: http://www.theatlantic.com/doc/200911/brownlee-h1n1

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