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Revelações de um cientista do CERN

Por Projecto GRIFO
Originalmente publicado em:
http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=286&Itemid=1

Artigo do jornal francês “Le journal de Michel Dogna”, Nr. 75, Outubro de 2009.

Se pensam que o desmesurado programa de vacinação contra a Gripe A não passa de uma maneira de ganhar dinheiro, estão enganados. Se pensam que foi inventado para a extinção de parte da Humanidade, terão parcialmente acertado. Mas isso é secundário. O motivo principal ultrapassa isso de longe, e já vão ver porquê. Vou revelar-lhes a verdade, segundo a conheço, e que também diz respeito ao plano de vacinação maciça.

Trabalhei, durante mais de 15 anos, no CERN, Laboratório Europeu de Física das Partículas, que se situa a Norte de Meyrin, na Suíça. Tomei parte na elaboração do projecto LHC, Large Hadron Collider (Grande Acelerador de Hadrões), um acelerador de partículas para o estudo da matéria e da antimatéria, que permitiria desmontar certas teorias relativas à física das partículas. Em 2008, pusemos a funcionar o LHC, e os resultados ultrapassaram de longe as nossas expectativas. Em consequência das nossas descobertas, algumas organizações ultra secretas imiscuíram-se no assunto apoderando-se, praticamente, do LHC para o utilizarem indevidamente para certas manipulações interditas. Os nossos programas de pesquisa foram anulados e foi-nos vedado o acesso ao LHC. Enquanto tentávamos entender esta modificação repentina, descobrimos, sem o saber, um gravíssimo segredo de Estado.

Estas organizações secretas utilizavam o LHC para outras experiências. Pelos vistos, conseguiram dilatar uma massa até obterem um buraco negro super pequeno conseguindo obter, a partir daí, a curvatura do espaço-tempo. E então viram o futuro! Viram que o Homem alcançara sentidos ultra complexos. A dimensão destes novos sentidos e o seu aparecimento súbito resultaram nas autoridades perderem todo e qualquer controlo sobre ele. Viram novas pessoas a investigarem e a ensaiarem as suas novas faculdades, mas elas não conseguiam controlar a dimensão do seu poder. Viram como o Mundo se dirigia para uma paranóia. Viram como uma histeria colectiva se desenvolvia na rua, como as pessoas se tornavam incontroláveis. Viram como o mundo se lançava numa guerra ultramoderna, que provocava uma grande destruição. 90% da superfície da Terra se tornou inutilizável. Foi isto que viram através do LHC.

Este salto no tempo possibilitou a busca de um meio para evitar o futuro. Era preciso alterar o nosso futuro, em menos de um ano. As organizações secretas pensavam que a solução mais simples seria fazer parar o desenvolvimento neurológico do Homem. Era preciso alterar a genética de toda a Humanidade, em menos de um ano. Para tal, a melhor solução que se apresentou foi a injecção de plasmídeos.

Explicação: ‘Plasmídeo’ é a designação dada a uma molécula ADN divergente dos cromossomas do ADN que consegue auto reproduzir-se. O termo ‘plasmídeo’ foi introduzido pelo biólogo molecular americano Joshua.  Uma célula de bactérias pode conter uma cópia do grande plasmídeo, ou centenas de plasmídeos sintéticos (fabricados através da tecnologia dos genes com a finalidade da clonagem dos genes). As bactérias contêm, em geral, 5 a 30 cópias, as leveduras entre 50 a 100 por célula.

Pelo anúncio de uma doença grave e os avisos dirigidos à população, através da comunicação social, foi possível apresentar a injecção do plasmídeo, com toda a transparência, ‘mascarado’ de vacina. Todas as mortes atribuídas à Gripe A não passam de manipulação. O resultado de todas as autópsias indica que a maioria das pessoas morreu com uma doença grave, com uma febre muito alta já no fim. Não é nada fora do comum. Mas a comunicação social insiste em relacionar estas mortas à Gripe A. A Gripe A H1N1 nunca existiu. É apenas uma doença inventada pelos laboratórios para levar a população a deixar-se vacinar. É deste modo que se consegue administrar a injecção de plasmídeos, que se destina a interromper a evolução do Homem.

Havia 17 pessoas a trabalhar na nossa secção, no CERN, quando foi dissolvida em Julho de 2009. A LHC custara ao CERN 6 mil milhões de euros. Para quê? Para pesquisa? Quem pensam que nós somos? Eles sabiam perfeitamente para o que a iriam empregar!

Nota: A ORGANIZAÇÃO EUROPEIA PARA A INVESTIGAÇÃO NUCLEAR, mais conhecida pelo acrónimo CERN, é o maior centro de estudos sobre a física de partículas do mundo. São membros participantes a Alemanha, Áustria, Holanda, Hungria, Itália, Noruega, Polónia, Portugal, Grã-Bretanha, República Checa, Eslováquia, Suécia e Suiça, com base num acordo de 2 de Julho de 1953 e fundado em 1954.

Entretanto ganhou, como países e organizações observadoras, a Comissão Europeia, Federação Russa, Índia, Israel, Japão, Turquia, Unesco e os EUA.

Entre os seus colaboradores conta com diversos prémios Nobel.

Os resultados científicos mais conhecidos saídos do CERN foram aparelhos para hospitais para detectarem o cancro e o WWW – WORLD WIDE WEB consortium. (Dados da Wikipédia).

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Categorias:CERN, Geral, New World Order
  1. Maio 20, 2011 às 0:19

    Gostei deste Site!

    Thaís Oliveira

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