Co-Criação Consciente… já somos capazes
Como o falecido e grande especialista do calendário Maia, Ian Lungold dizia, vamos entrar brevemente no último ciclo antes da grande renovação, ao qual ele chamou de Co-Criação Consciente.
Que pode ser isto?
Sem entrar em discussões sobre premissas base, deixem-me apenas esclarecer que incorporo no meu sistema de crenças duas particularidades que são essenciais de perceber para entender o que venho dizer sobre o tema inicial.
A primeira é a de que o Universo é fractal e muito provavelmente infinito, com os padrões do pequeno a refletirem-se nos padrões do grande e a fazer jus à expressão “assim na Terra como no Céu”. Nassir Haramein explica a questão muito bem.
A segunda é a de vivermos num Universo que é holográfico, ou seja, num Universo em que a informação é indivisível, logo, que a mais pequena particula contém informação suficiente para gerar um novo Universo inteiro. Acontece o mesmo com o embrião humano que, apesar de unicelular, contém toda a informação para construir todos os orgãos multicelulares e distintos que o ser humano tem.
Assim, voltando à Co-Criação Consciente, acredito que a mesma já tenha até começado.
Só muito recentemente, tal como o calendário Maia de Lungold previa, podem os humanos afirmar que conseguem criar algo do nada.
Os recentes desenvolvimentos em Inteligência artificial demonstram que poderá estar para breve um computador com a capacidade intelectual do ser humano.
Os mundos virtuais do Second Life ou do Spore não são mais do que criações conscientes de realidades, que a breve prazo se podem tornar conscientes elas mesmas.
Dentro de algumas décadas, poderemos criar mundos virtuais ininterruptos, também eles criados à nossa imagem e semelhança (como nós supostamente somos criados à imagem e semelhança do nosso Criador), mundos esses que, apesar de conscientes da sua própria existência, pouca noção terão da existência do seu criados, exceptuando sinais esparsos e incongruências complexas.
A semelhança entre esse mundo e o nosso é incrível.
Imaginemos como um personagem do Spore do futuro, por exemplo, responderia à pergunta sobre as provas da existência de um criador. Provavelmente outras personagens o dissuadiriam de acreditar em factos não reais ou concretos para o seu mundo, mas certo é que esse mundo teria mesmo um criador sobre o qual ele poderia interrogar-se.
Assim se cumpriria mais um nível na escala da realidade fractal e se criaria mais um Universo a partir de um Universo mãe, o nosso.
Será ainda no nosso tempo de vida que assistiremos a esta criação, tal qual Lungold a desenhou há alguns anos atrás.
Curiosamente, o NY Times publicou um artigo no seu espaço de ciência onde o autor afirma que as probabilidades de nós próprios sermos uma simulação criada por outra espécie muitíssimo mais avançada que nós são bastante elevadas.
Com a evolução da inteligência artificial juntando esse tipo de jogos de simulação de vidas, será possível a co-criação.
A inteligência artificial avança a largos passos, e os novos robots, já se reprogramam, e criam algoritmos para tomar decisões, e não apenas decisões pre-programadas…
Já agora, fica aqui o link para um texto do Portugal Esotérico, sobre os Mayas e o Lungold
https://ptesoterico.wordpress.com/2009/11/06/calendario-maya/
http://www.nytimes.com/2006/04/02/books/review/02powell.html?_r=1