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O Erguer Do Quinto Império – Introdução

O Erguer Do Quinto Império

 

Introdução

 

Dentro de cada um de nós, por vezes, parece brilhar uma pequena centelha… aquela que nos instiga, que nos provoca, que nos diz que algo não está certo. Uma pequena centelha que, apesar de, toda a impotência que sentimos perante um gigante como a sociedade actual, se levanta para assinalar que algo tem de ser feito, algo tem de ser mudado. Às vezes, há algo que nos diz que não é assim que as coisas deveriam ser. Algo dentro de nós, que nos diz que não é num mundo assim que deveríamos viver…

No entanto, vamos aceitando…vamos deixando o problema para quem o saiba resolver, num futuro qualquer. Alguém que nos diga o que fazer, como agir, como ser.

O objectivo deste texto não é facilitar-vos a vida. Pelo contrário, faz de vós responsáveis, donos da decisão de alguma coisa a fazer, de descobrirem o mundo interno e externo, de descobrirem o vosso caminho e a vossa missão enquanto seres. Como humanos, não podemos esperar que nos digam o que fazer, ou como fazer. A solução está bem dentro de vós, e só cada um pode dizer, a si mesmo, o que fazer, como agir….como Ser. Escrevo-vos na esperança de fazer vibrar a pequena centelha, que existe, dentro do coração de cada um de nós, portugueses.

O conceito

O culto do espírito (ou do Espírito Santo, na filosofia cristã) nada mais é que o conhecimento interno de cada um, como ser espiritual. Como expliquei num outro post, cada religião tem um lado esotérico (de conhecimento interno), chamada de misticismo. Este é o conhecimento que, posteriormente, dá origem à religião (que é feita para as massas). Dizemos, então, que a religião é o lado exotérico do misticismo e o misticismo o lado esotérico da religião. Ora o esoterismo, ou conhecimento esotérico, nada mais é que o conhecimento do universo interno de cada um. O conhecimento místico das religiões raramente difere, de forma significativa, de umas para as outras, tentando sempre explicar o universo através do auto-conhecimento.

A missão de Portugal é a de elevar-se espiritualmente, criando massa crítica para levar luz aos restantes povos, de modo a elevar os espíritos e ensinar uma outra maneira de viver. Para tal, terá de dar a conhecer os mistérios sagrados da essência humana e, então, abrir a porta para uma nova (antiga) espiritualidade.

O Quinto Império tem como natureza abrir as portas do mundo para uma nova espiritualidade, dando assim, o próximo passo na evolução humana. Ele propõe-se guiar o mundo para um novo nível de espiritualidade, seguindo o desenvolvimento interno. E este é o trabalho, ou missão, que Portugal tem pela frente. Não uniformizando, mas aceitando as diferenças entre os mistérios (místicos) e demonstrando que todos eles são válidos e que podem ser usados para o auto-conhecimento de cada indivíduo.

Depois de cumprido o culto do Pai (Antigo Testamento), cumpriu-se o do Filho (Novo Testamento)…cumpra-se, então agora, a Trindade com o culto do Espírito Santo.

O valor da história e a história dos nossos valores

Gostaria de fazer um breve apontamento sobre a importância da história, bem como, dos nossos valores mais elevados. Sem história, não existimos como povo, como sociedade e, muito menos, como individualidade. Para darmos a devida importância aos nossos valores, além de uma análise crítica do seu conteúdo, devemos ter uma visão histórica dos sacrifícios cometidos para fomentar os mesmos e mantê-los vivos no nosso consciente.

Se não tivermos ideia da nossa história, não nos custa perder os nossos valores, pois aqueles que ainda temos, não nos custaram a ganhar. Quando nos apercebemos de quantos deram a sua vida e dos actos de puro heroísmo, inteligência, “savoir faire”, imaginação, estudo e empenho para criar e manter a nossa identidade, poderíamos perceber melhor o quanto vale ter uma.

Vivemos numa sociedade em que o único valor é o monetário. E apesar de ser um sistema completamente falido (não só pela falta de valor em si, mas porque falhou redondamente), este sistema vai-nos apodrecendo pouco a pouco e, sem repararmos na realidade, absorvemos isso, como se fosse mais um processo de adaptação natural, mas que nada mais é do que um moldar da consciência colectiva. Vivemos numa sociedade em que uma tela define e molda os nossos valores, de uma maneira que alguém escolheu para nós. E nós, devagarinho, lá vamos sendo moldados, controlados, distraídos e empenhados, em vão, em compreender o caos social em que vivemos, sem nos apercebermos que é propositadamente caótico, com a intenção de se fazer perder tempo em questões e mais questões sem solução e às quais nunca nos são fornecidos os dados suficientes para formarmos uma opinião. Somos, neste caso, obrigados a seguir a opinião daqueles que achamos que sabem, mas que nos atiram de um lado para o outro como bolas de ping-pong.

É desta maneira que a minha centelha começa a vibrar, a queimar o meu coração, pois os meus ideais não estão representados no país que é meu, que é teu…que é nosso. A centelha vibra pelas maiores injustiças do mundo, como a miséria a todos os níveis, provocada por guerras propositadas com o objectivo do dinheiro e do poder de uma elite, da qual nada beneficiamos. É desta maneira que a nossa centelha deve vibrar, pois é a força do espírito que a alimenta. E deixemos que ela vibre com energia, pois é essa centelha que nos faz humanos, e a centelha lusitana faz de nós, como veremos, dos mais valorosos seres da história da humanidade.

 

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