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Convém nunca esquecer…

…a fibra, o anti-patriotismo e principalmente a anti-humanidade dos “Pais” da Democracia Portuguesa!

Categorias:Geral
  1. Observer
    Novembro 8, 2010 às 11:09

    Não sou apologista de apoiar seja qual for o partido politico mas esse trecho de jornal (que ja conheço ha muitos anos) está totalmente descontextualizado. Isto já parece um jornal sensacionalista ao inves de um blog. Desculpem-me a minha sinceridde, mas essa expressão dos “Tubarões” obviamente teve outro sentido que não está explcito no post. E não sou eu que a vou desmontar, quem tiver curiosidade, espirito critico e não for só nas cantigas de quem lhas mete a frente que pesquise pela noticia, pelo estado do pais na altura e por tudo o que se passou. Sei que há muitas conspirações contra Mário Soares, e não sou nenhum seguidor do mesmo mas mesmo não gostando de um demónio dei perfeitamente quando o estamos a condenar injustamente. Condenem este homem mas por outras razões e não por uma frase totalmente fora do contexto sff.

    Sempre atento:
    Observer

  2. aziomanoris
    Novembro 8, 2010 às 13:23

    Bem o contexto foi a descolonização “exemplar” feita por esse traidor. Para quem quiser podres mais recentes desse personagem é ler o livro censurado: “Contos proibidos – A história de um PS desconhecido do Rui Mateus, 1996, D. Quixote”.

    http://www.scribd.com/doc/22825006/Rui-Mateus-Contos-Proibidos-Memorias-de-um-PS-Desconhecido

  3. Novembro 8, 2010 às 15:15

    Eu também seria traidor se fosse para trair Salazar. Pois se tu foste burguês não ouviste histórias de terror como eu ouvi na minha familia paterna de pessoas presas por dizer mal dos padres e coisas de género. Já para nao falar da fome e trabalho duro dos meus avós a partir dos 6 anos sujeitos a morrerem e a eu nem nascer. E torturas, etc… Pode muito bem ter feito e ainda fazer muita merda o Mario Soares mas não são essas que os senhores apregoam. É apenas mais um Maçom corrupto nada mais. Já na minha familia materna nao ouvi grandes historia sabes porque? Porque um grande nacionalista (o meu avo) nao confundir com racista… estava atolado em porcaria no ultramar a conduzir as tropas para a morte. E sabes o que aconteceu depois do processo de descolonização? Moçambique ficou entregue aos ditadores dos comunas que pertencem ao sistema e fomentaram guerra e destruição em africa. Dai a expressão atira-los aos tubaroes. Porque quem lá estava bem e de livre vontade e saude era só mama, se lá quisessem continuar como queiseram para roubar os pretos… ficariam por conta própria. Os tubarões eram os africanos que estavam a ser libertos da descolonização como queriam. Por isso acusem Mario Soares dos crimes que quiserem mas neste caso ele tinha razão. Quanto aos outros crimes… sem duvida foi um grande FDP.

    Sempre atento:
    Observer

  4. aziomanoris
    Novembro 8, 2010 às 15:36

    Ele não traiu Salazar traiu o País e a maioria do pessoal continua a confundir algumas acções da PIDE que fazia muito mais do que perseguir comunistas, com o Salazar, em qualquer estado os serviços secretos são um estado dentro do estado e sem dúvida que a dada a altura a PIDE fez muita porcaria. Era interessante investigar quem na PIDE era maçon e que pides foram perseguidos no pós 25 de Abril e quais foram apadrinhados isso poderá explicar muita coisa. As histórias de terror houve-as em todos os regimes, mas hoje em dia a ditadura encapotada é mais repressiva, com mais censura e por não ser tão explicita muito pouco refilam. Mas apesar de tudo Salazar deixou o Mário Soares vir ao funeral do pai.

    A história está mal contada, pois foi contada pelos vencedores e só agora se começam a saber algumas verdades. E para mim Salazar foi dos maiores patriotas que o país teve, mas para perceber isso é preciso, analisar as situações de acordo com as épocas em que ocorreram e as pressões externas que havia sobre Portugal e as colónias, coisa que muito poucos fazem.

  5. Observer
    Novembro 8, 2010 às 18:45

    Concordo com o facto de que eram bem investigados os “PIDEs” maçons. Concordo com a afirmação de que a ditadura de hoje é bem mais repressiva, quer dizer não é tão repressiva fisicamente como antigamente senão não podiamos estar aqui a dizer mal do Mario e do Oliveira, mas é bem mais repressiva em termos psicológicos, patológicos, espirituais, éticos e morais. Salazar nacionalista? Sim senhor mas era-o em qualquer país calhou nascer em portugal. Compatriota? Não porque ser compatriota implca zelar não apenas pelos interesses economicos de um pais, mas mais do que isso pelos seus habitantes e não viver a custa dos mesmos (mesmo sabendo que Salazar era auto disciplinado mas a igreja também o é e é só pedofilos assassinos etc)e corrijo quantas vezes tu quiseres sim traiu Salazar, pois Salazar era a nação e o país, o resto era paisagem assim como aquela jogada das provincias ultramarinas. No nome eram tão portuguesas como os açores e a madeira mas na prática… eram colónias reprimidas.

    Sempre atento:
    Observer

  6. incorporeo
    Novembro 9, 2010 às 0:00

    Houve muita mentira apregoada nesses tempos, conforme convinha a alguns dos poderes da época. Alguns chamavam-na de doutrinação. Outros chamavam-na de propaganda e contra-propaganda. E quando se está entre lutas de poder é difícil, em consciência e racionalidade, avaliar da veracidade da informação posta a circular. É o vale-tudo para arrebanhar partidários emotivos mais ou menos carneiros. Basta exacerbar as emoções reprimidas e qualquer mentirola bem dita por parte de um qualquer comissário leva à doutrinação do povinho inculto de meias-verdades e mentiras. E os revolucionários sabiam bem disso, tal como hoje o sabem os nossos actuais políticos.
    Muitos inocentes pagaram bem caro o vergonhoso processo da descolonização. Os grandes exploradores, esses contam-se pelos dedos. O resto era povo português e povo africano, vendido por traidores e manipuladores oportunistas, de ambos os lados.

    A verdade descobre-se estudando e não indo atrás de lugares-comuns.

  7. zoatar
    Novembro 14, 2010 às 21:58

    Para ilumiar o caminho da verdade, neste ponto, é importante ler o livro “Em Nome da Pátria” do João José Brandão Ferreira.

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