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CV: Jorge da Silva de Carvalho – Desde 2008 à frente dos serviços de informações estratégicas

Ficou a faltar referir no artigo do DN abaixo mencionado, que o referido senhor é do PSD e pertecente à Grande Loja Legal Portuguesa (GLLP/GLRP) da Maçonaria.

Na minha opinião no que toca ao corte de verbas para os serviços secretos, este senhor tem toda a razão, Portugal deve ser o único país no mundo inteiro que em vez de aumentar as verbas dos serviços secretos e expandir a sua actuação, as cortas e fecha postos nos estrangeiro. Esta situação a par da diplomática (fecho de embaixadas e consulados) mostra o desnorte e os crimes de traição à pátria dos nossos governantes.

Diz-se por aí que a personagem em questão talvez vá para a Ongoing?!

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17-11-2010
Em DN.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1713027

Director das secretas bate com a porta

Nascido em Lourenço Marques, Moçambique, a 28 de Maio de 1966, licenciou-se em Direito, menção de Ciências Jurídico-Económicas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (1985/90), e efectuou a pós-graduação em Estudos Europeus (1993/94) pelo Instituto Europeu da Faculdade de Direito.

Frequentou, entre 1996 e 1999, o Curso de Língua Russa na Associação de Amizade e Cooperação “Iuri Gagarin”, em 1997, o Curso de Especialização em Gestão de Conflitos e Técnicas de Negociação ministrado pelo Instituto Nacional de Administração (INA) e em 2002/2003 o Curso de Auditores da Defesa Nacional, do Instituto da Defesa Nacional (CDN2003).

Ingressou no Serviço de Informações de Segurança – Ministério da Administração Interna, em Abril de 1991, tendo frequentado o V Curso Geral de Informações do SIS.

Foi colocado na Direcção de Serviços de Operações e Pesquisa (DSOP), tendo inicialmente (1991/92), desempenhado funções como assessor para o planeamento operacional do Director da DSOP e, posteriormente, chefiado unidade de vigilância e investigação (1992/95) dessa direcção.

De Outubro de 1995 a Outubro de 1996, foi colocado no Departamento de Contra-Espionagem onde exerceu funções como analista responsável pelo sector Europa e Países da CEI.

Foi nomeado Director de Área de Pesquisa no Departamento Operacional de Contra-Espionagem, em Outubro de 1996 e em Fevereiro de 1999 foi nomeado Director do Departamento de Relações Externas.

Na carreira de Técnico Superior de Informações do SIS atingiu o topo da carreira, categoria de Técnico Coordenador de Informações (TCI) nível 2, em Julho de 2005.

Nomeado, em Maio de 2005, Chefe do Gabinete do Secretário-Geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP).

Em Novembro de 2005 foi seleccionado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos da América para representar Portugal no International Visitor Leadership Individual Program 2005/2006.

Nomeado, em 1 de Abril de 2008, Director-Geral do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa.

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Categorias:Geral
  1. holyveira
    Novembro 22, 2010 às 20:14

    Viva, já lá vai um tempo..fiquei um pouco confuso após a leitura do artigo: o corte de verbas nos serviços secretos é uma coisa negativa? o próprio nome, “serviços secretos”, por si só já é perturbador. Sempre respeitei, aliás, respeito e respeitarei o conteúdo deste site, que é sempre no mínimo interessante 🙂 mas tinha tambem por hábito partilhar as visoes aqui expressas. Vinha então, por este meio pedir esclarecimentos num tema que me deixou algo confuso. Abraço

  2. aziomanoris
    Novembro 23, 2010 às 11:33

    Caro amigo holyveira, agradeço a sua questão e passo a explicar a minha opinião pessoal acerca da temática.

    Os serviços secretos (serviços de inteligência, ou serviços de espionagem) de um país, têm por norma a recolha de informações de variada ordem de maneiras muitas vezes escondidas, menos ortodoxas e de espionagem politica, militar e industrial. Assim sendo e obviamente que não gosto do sistema em que estamos, mas uma vez nele é importante que cada país tenha serviços secretos competentes que consigam proteger o território e os seus habitantes, através da prevenção permitida pela recolha prévia de informação variada, à semelhança do que fazia a PIDE (embora seja tabú e hoje em dia se diga que a PIDE só perseguia comunistas, dando a sensação que não fazia mais nada, para além disso que seria quando muito 5 a 10% da sua actuação).

    Percebo as suas reticências, se bem que os serviços secretos são geralmente controlados por pessoas ligadas a sociedades secretas, populam por lá muitas agentes anti-sistema (que sendo patriotas, são os primeiros a se aperceber daquilo que as suas chefias e quem manda nelas vai fazer), sendo estes que depois mantém informadas pessoas como nós, permitindo-nos saber o que se passa realmente.

    Ora se se cortarem verbas nos serviços secretos, não só a segurança do país fica comprometida, subsequentemente a dos seus cidadãos, bem como o acesso a informação por parte dos agentes anti-sistema fica mais dificil.

    Um abraço,
    João Aziomanoris

  3. Dezembro 4, 2010 às 2:37

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