Hipermercados racionam vendas de açúcar
Cada cliente só pode comprar de três a dois de Açúcar por dia enquanto ainda houver este bem no mercado. Segundo os meus pais e avós, este fenómeno de racionalização de bens alimentares, já não se verificavam há aproximadamente 36 anos. Será algum presságio dos tempos difíceis que aí vêm?
Na minha humilde opinião, não creio que se trate apenas do Açúcar, mas, da procura Mundial de produtos agrícolas que superam em muito a oferta disponível. A Racionalização começou com o açúcar, mas alastrar-se-á a outros bens-alimentares, como os cereais, milho, carne, etc, etc… Todas as cotações de matérias primas agrícolas estão a subir há largos meses, pois, tem se verificado um aumento mundial do consumo, sendo que os hábitos alimentares dos povos dos países emergentes estão se a alterar e a ficar cada vez mais parecidos com os do Ocidente.
Não é um problema de um ou outro artigo, são todos!!! E no futuro verifica-lo-emos!
As maiores cadeias de super e hipermercados em Portugal estão com falta de açúcar, o que os levou a começar a racionar este bem alimentar. Na origem da escassez deste bem alimentar está a falta de matéria-prima, facto que leva as empresas de produção a não refinarem açucar.
A Sonae, que detém as marcas Modelo e Continente, impôs como limite a compra de três quilos por cliente, avançou ao Diário Económico fonte oficial da empresa.
Já o grupo Dia – detentor dos supermercados Minipreço – foi mais austero, ao permitir apenas a compra de duas unidades de açucar por cada cliente.
A escassez da matéria-prima que já se faz sentir desde meados de Novembro deverá agravar-se devido à época de Natal, altura em que os portugueses consomem mais açúcar. E é, justamente, para precaver situações limites que as cadeias de distribuição avançaram com políticas de racionamento.
Segundo fonte oficial da Sonae, “a nossa limitação tem sobretudo a ver com a época em que estamos, em que tradicionalmente é uma altura de picos de consumo de açúcar e é para evitar situações abusivas”

Houve já racionamento, de venda de alguns artigos alimentares à poucos anos. Ainda sob o Governo Socialista.
Esse racionamento coincidiu com a aproximação de aumentos de impostos.
Nesta altura certamente que se está a passar a mesma coisa.
O fim do ano aproxima-se, com a chegada do novo ano aumentam também alguns impostos e inevitavelmente os preços dos produtos.
Se de facto houvesse um racionamento certamente não se reflectiria apenas no açúcar.
Mas não tenho dúvida que vão acontecer muitos racionamentos no próximo ano para além de muita fome e miséria.
No caso do açucar penso que a razão da sua escassez é também a utilização deste como etanol, energia mais barata do que o petróleo. É o que sucede já em vários países como o Brasil..
http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/industria-naval/2837-evolucao-do-setor-de-petroleo-passara-pelo-brasil