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HIV com Terapêutica?

Um grupo de cientistas alemães acredita ter provas de cura de um paciente norte-americano com SIDA utilizando células-estaminais adultas. Timothy Ray Brown, 44 anos, que vive em Berlim, tinha também leucemia, pelo que recebeu as células-estaminais, retiradas da medula óssea de um doador.

O doador das células que Brown recebeu no transplante tinha uma mutação: não produzia a proteína CCR5, fundamental para a multiplicação do vírus HIV no organismo humano.

Após o transplante em 2007, o paciente foi acompanhado pelos investigadores da Universidade de Medicina de Berlim.

Em 2009, estes publicaram um artigo científico que falava no «desaparecimento» do vírus HIV. Agora, na revista científica Blood, já falam de «provas de cura».

Os investigadores lembram que, como o estudo envolve apenas um paciente, é necessário ter cautela antes de dizer com certeza que se chegou a uma cura para a SIDA. É necessário repetir o trabalho muitas vezes ainda para que se tenha conclusões mais concretas.

  1. Dezembro 16, 2010 às 15:28

    É interessante observar que esta notícia não é nova. Nem é motivo de abertura de telejornais. Na prática, estamos perante da cura para a SIDA, mas como não se trata de um comprimido que vai encher de ouro as mulas das farmacêuticas, e como curar a SIDA implique de facto a redução substancial do consumo de anti-retrovirais (isso sim, uma mina!), ninguém faz grande alarde do assunto… Shame on them. E quão poético é que a chave da cura tenha estado sempre no sistema imunitário humano, e não numa molécula sintética ou numa bactéria eremita…

  2. Dezembro 17, 2010 às 0:34

    Por acaso é interessante sim senhora.Visto que não é nova (a noticia) mas que só hoje passou nos telejornais. Pois a fuga de informação já vai longe e é inevitavel. Mas também só vem agora a baila devagarinho “ah e tal ainda temos de confrimar…”. Este assunto já devia de estar mais que resolvido assim como o do cancro. Mas não sei porquê não deixam. Só que a SIDA já está a baixar os valores no mundo ocidental e deixa de ser tão lucrativa lentamente, enquanto o cancro ainda rende. Radiações e comprimidaria é do “best”. Mas a maioria se não pagar do bom acaba sempre por falecer. Só que por cada um que morre, erguem-se “x” cancerosos no seu lugar. Ai que bom para a industria farmacêutica que ironicamente é dominada pelos alemães. O HIV já tem cura à muito tempo mas só agora dá jeito de mandar areia para os olhos do pessoal. Até porque africa tende a ser mais explorada pelo homem ocidental e com os acordãos de cimeiras (secretos e às claras) existentes, também já os corruptos africanos estão nas mãos de europeus e seus compadres americados… perdão, americanos. Falando nisso: a cura para o cancro também já tarda. Muitas toxinas que reduzem as celulas cancerigenas já foram encontradas, muitas plantas que as matam também, e certos tipos de cancros já são curaveis. Mas… psiu… isto não se diz. Pelo menos até aparecer um “healthyleaks”. Na australia à cerca de 5/6 anos aproximadamente, descobriu-se a cura para o cancro da pele. É um grande avanço, até porque acabando com células cancerigenas do nosso mair orgão, também se pode alegar que se possam acabar com as dos outros orgãos. E já muita gente foi cobaia em testes positivos em tumores localizados noutros orgãos. Só que foram só testes, depois acabaram com os medicamentos. Acabou-se o financiamento, que assim não rende.

    Sempre atento:

    Observer!

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