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E a nossa opinião?

Andamos para aqui a falar de economias globais, de NWOs e de democracias e continuamos a votar nesses ideais que são já violados e foram esventrados desde o dia em que as economias democráticas entraram em vigor na europa, ocultando pactos obscuros entre a UE e os EUA. Mas não batemos ainda no fundo (pouco falta). Os seres-humanos estão a ser automatizados e gostam do que se está a passar.

Desde que haja a doença do vizinho do lado para se falar, um desejo mórbido de ver sangue quando vêmos  acidentes na estrada, a telenovela, o futebol, a religião, etc o povo não quer saber de nada. Nem sai às ruas para conquistar o que é seu por direito (nem sabe o que é ou não seu num mundo em que se pensa que nada está bem mas nem tudo vai mal, podia ser sempre pior).

Subornado por subsídios e doenças trangénicas. Atolado no chão lamacento do sistema, aprisionado nas paredes poluídas das grandes industrias, deitado abaixo com depressões que não o deixam andar para a frente. Assustado, desconfiado enfim, infeliz. Retraído por uma sociedade consumista, prisioneiro dos cartões de plástico e das bandas magnéticas. Alienado pelas mordomias e tecnologias da idade moderna. Ao invés de se procurar a si mesmo a à sua opinião, continua a alimentar as indústrias. Procura ajuda espiritual onde é completamente violentado até que de tanto sacudir, fica mais leve de ânimo e de bolso.

Procura aconchego nos écrans de televisão e de computadores que o fazem sorrir e chorar, consoante queiram manipular os seus sentimentos. Sente-se acompanhado sem saber pelo quê, mas no fim da noite ou no despertar do dia sente-se verdadeiramente só. Sente-se encarcerado no seu próprio corpo. Um instrumento movido por uma vontade involutária que perdeu a noção do que é a força para lutar.

A história dos trangénicos que tanto jeito dá à indústria química, é escavada, violada, esventrada, manipulada, enterrada e tudo o que se possa imaginar acabado em “ada” para que possa ser suficientemente discutida pelas pessoas até que a sua ideia já implantada passe a ser reconhecida como parte da sociedade. Depois movem-se os parlamentos e é aprovada sem ninguém saber realmente porquê.

Mas já foi aceite sem sequer se chegar ao fulcro da questão: Então e a nossa opinião? Mesmo que os partidos votem as leis, eu é que lhes pago os cargos e não tenho opinião? Quem diz por mim a essa gente que não me apetece comer comida produzida através da manipulação genética? Não deveria de ser obrigado a comer o que não quero. Depois de evitar alguns tipos de carne, cadeias de fast-food, àgua da torneira, etc Aprovam leis sem o meu consentimento que fazem com que coma os químicos de outra maneira. Para que não escape às garras do sistema, me sinta sufocado e  espreite a mensagem de: “quem manda aqui somos nós”.

Em mim não quero que ninguém mande. Quero revolução, quero vontade própria, quero leis de anti-automatização. Não quero redução populacional mas quero colonização espacial. Quero poder votar naquilo em que acredito. Não quero mais entertenimento nem dinheiro. Quero ter opinião. Quero pertencer à raça-humana e não a um grupo de autómatos industrializado. Quero acabar com as sociedades secretas e não quero viver a trabalhar para elas. Quero que me chamem de maluco, mas que quando o fizerem, terei a opção sobre o meu tratamento. E o tratamento neste momento é simples… acabe-se com o sistema!

Mas quem sou eu senão apenas mais um? É apenas a minha mera opinião…

Sempre atento:

Observer!

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