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Grande trapalhada entre Semitismo e Sionismo, as convenções iludem as massas
Antissemitismo, é descrito como sendo o preconceito ou hostilidade contra judeus baseada em ódio contra seu histórico étnico, cultural ou religioso. Apesar de ser essa a definição usada e abusada desde a idade média, a mesma encontra-se errada mas aceite por convenções.
O antissemitismo por convenção, refere-se especificamente ao preconceito contra judeus em geral, apesar do fato de existirem outros falantes de idiomas semitas (isto é, árabes, etíopes ou assírios) e de nem todos os judeus empregarem linguagem semita.
Considerando a etimologia da palavra, antissemitismo significaria aversão aos semitas – segundo a Bíblia, os descendentes de Sem, filho mais velho de Noé – grupo étnico e lingüístico que compreende os hebreus, os assírios, os arameus, os fenícios e os árabes.
Assim sendo e baseado no acima descrito, percebe-se que as palavras semitismo e antissemitismo, têm sido mal utilizadas. E quando os árabes se assumem como antissemitas, não se assumem só como anti-judeus, mas igualmente como anti-árabes.
A maioria das pessoas confunde semitismo com sionismo.
O Sionismo é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel).
O Sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente se propõe à erradicação da Diáspora Judaica com o retorno da totalidade dos judeus ao atual Estado de Israel.
Hoje em dia o Sionismo extremista e muito ligado à extrema-direita judaica, com fortes relações com os Neo-Conservadores Norte-Americanos e aos Judeus Ashkenazi da Banca. Estes membros de topo de Sociedades Secretas Negras (interessante será ver o controlo dos média e do cinema feito por estes personagens), nunca se importaram, nem se importaram com o povo judeu, basta ver o que aconteceu com Jesus Cristo os seus e com o Holocausto da 2ª Grande Guerra, em que a alta finança sionista ashkenazi (herdeira da Nobreza Negra de Veneza), financiou os Aliados, o Comunismo e também esteve intimamente ligada à criação e financiamento do Nacional-Socialismo Alemão.
Tendo estes Judeus extremistas lucrado com o Holocausto, na medida em que puderam criar o estado de Israel actual.
“…Judaísmo é uma religião; mas Sionismo é um movimento político iniciado principalmente pelos judeus da Europa Oriental (Ashkenazi) que por séculos tem sido a principal força por trás do comunismo/socialismo. O principal objetivo do Sionismo é um governo mundial sob o controle dos Sionistas e banqueiros internacionais judeus de orientação Sionista”
“Na Alemanha, os judeus comuns foram vítimas da elite Sionista que trabalhou de mãos dadas com os Nazistas. Muitos daqueles mesmos judeus Sionistas que, na Alemanha trabalharam com os Nazistas, vieram para Israel e deram as mãos aos judeus Sionistas/Comunistas da Polônia e Russia. É o estilo duas-caras do comunismo e facismo estilo Nazista que comanda Israel. Democracia é meramente uma ilusão”
Jack Bernstein – The Life of an American Jew in Marxist Racist Israel
Ver o seguinte artigo: Karl Marx era Sionista, em http://www.ecocidio.com.br/tag/sionismo/page/3/
Afegã mutilada pelo marido reaparece com prótese no nariz
A afegã de 18 anos Bibi Ayesha, mutilada pelo marido talibã por fugir dos seus abusos, reapareceu em público, na Califórnia, com uma nova prótese do nariz, mas espera por nova cirurgia.
Ayesha foi alvo de uma controversa capa da revista Time de 9 de agosto, na qual apareceu com o rosto descoberto e sem nariz. O título da revista argumentava que a mulher era um exemplo do que poderá acontecer no Afeganistão se os Estados Unidos saírem do território.

A mulher foi apoiada pela Grossman Burn Foundation, que está agora responsável pelo processo de recuperação do seu aspeto físico, depois das torturas de que foi vítima.
Em 2009, Ayesha foi sequestrada de sua casa durante a noite por um grupo de talibãs para ser castigada por ter fugido do marido, com quem casou quando tinha 12 anos e que a maltratou.
De acordo com a história contada pela revista norte-americana Time, a jovem acusou os talibã de a tratarem como escrava e garantiu, diante de um tribunal local, que se não tivesse fugido já estaria morta.
A sua versão da história foi ouvida por um comandante talibã que era magistrado e que, posteriormente, decidiu que Ayesha devia servir de exemplo para o resto das mulheres da sua cidade.
O marido agarrou numa faca e cortou-lhe o nariz e as orelhas enquanto o seu cunhado a segurava. Ayesha perdeu os sentidos e quando acordou estava sozinha a sangrar no meio da montanha.
Bibi Ayesha foi acolhida nos Estados Unidos e recebeu na sexta feira um prémio na gala “The Art of Humanity”, realizada em Los Angeles.
Fonte: http://desportodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=473812
“Basta um instante para forjar um herói, mas é preciso uma vida inteira para fazer um homem de bem.”
Paul Brulat
Troubled Waters: US, Israel raise Suez tension over Iran Navy canal passage
21-02-2011
Em Russia Today.
Two Iranian warships were delayed entry in Egypt’s Suez Canal. This comes after Israel and the U.S. expressed strong concerns over the dispatch, a first for Tehran’s navy. Earlier Egyptian officials said they’d checked the cargo allowing the two vessels to pass. The passage was attacked by Israeli ministers who called for the world to act against Iran’s “recurring provocation”.
‘Bilderberg Hand’: Deadly chaos in Libya, Bahrain as Wave of Rage spreads
21-02-2011
Em Russia Today.
Government buildings are reported to be on fire in the Libyan capital Tripoli as demonstrators demand an end to the 41-year rule of Colonel Gaddafi. The son of the Libyan leader blamed opposition groups and outsiders for instigating the protests. The army is reported to be using live ammunition against demonstrators, with international organisations putting the current death toll at over 200. In a televised national address Seif Al-Islam Gaddafi said this number was exaggerated, also dismissing reports that his father fled the country. Meanwhile the unrest continues to spread further through the region with protests in Yemen, Bahrain and Morocco. Regional expert Adrian Salbuchi says that global dominance groups are behind the wave of revolts.
Criança sudanesa subnutrida afinal sobreviveu ao abutre
Deve o fotojornalista apenas mostrar a realidade crua através da sua lente ou interferir nela quando a sua consciência assim o exige? Kevin Carter achou que não devia interferir, em 1993, quando fotografou, para o New York Times a imagem de um bebé do Sudão, caído no chão, enquanto no mesmo plano um abutre esperava pacientemente pela refeição. Não salvou a criança e o mundo, que deu o bebé como morto, criticou-o e chamou-lhe a ele próprio abutre. Carter acabou por ganhar o prémio Pulitzer com esta imagem que o perseguiu e o levou ao suicídio aos 33 anos.
Afinal, conta este fim-de-semana o El Mundo, o bebé era um menino, chamava-se Kong Nyong, e sobreviveu ao abutre. Segundo o jornal espanhol a enfermeira Florence Mourin, que coordenava os trabalhos do programa das Nações Unidas para o combate à fome no Sudão em Ayod, o local onde tudo aconteceu, que o menino estava a ser acompanhado, como prova a pulseira branca na mão direita, que se podia ver na fotografia premiada. Uns tinham a letra T nas pulseiras, para casos de subnutrição grave. Outros tinham a letra S, quando precisavam de suplementos alimentares. Kong, que tinha marcada na pulseira a inscrição T3, sofria de subnutrição grave, foi o terceiro a chegar ao centro das Nações Unidas. E sobreviveu, conta Florence ao El Mundo, que foi até Ayod para reconstituir, 18 anos depois, a história daquela imagem.
Kong viveu ainda quatro anos, depois morreu de “febres”, contou o pai do menino.
Carter, que com Ken Oosterbroek, Greg Marinovich e João Silva – o fotojornalista lusodescendente que perdeu as pernas num acidente no Afeganistão em Outubro passado – fundaram o Bang Bang Club, movimento que denunciou, pela fotografia, os crimes doapartheid na África do Sul, entregou-se às drogas e acabou por se suicidar, tinha 33 anos. Em Abril de 1994, pouco depois do anúncio do Pulitzer, Osterbroek morreu, baleado, quando fotografava um tiroteio em Tozoka, África do Sul, Carter estava ao seu lado. Carter, que era descrito como alguém que profisisonalmente procurava sempre o limite da condição humana, era também arrastado facilmente para a depressão pela força do seu próprio trabalho, contavam os amigos. Dizia que se não fotografasse seria piloto de Fórmula 1, por gostar de viver no limite.
A fome no Sudão matou 600 mil pessoas em 1993. A guerra civil e a seca provocaram no país centenas de refugiados naquela década. O país continua a ser um dos focos de crise humanitária mais graves do planeta.
Cem baleias dão à costa
Animais não resistiram e morreram

Cerca de cem baleias-piloto ficaram presas numa praia na Nova Zelândia. As autoridades tentaram devolvê-las ao mar, mas os animais acabaram por morrer.
Quando as equipas de protecção animal chegaram à praia, metade das baleias ainda estavam vivas.
A localização remota da praia, a falta de recursos e o tempo seco e quente impediram o salvamento dos animais.
As baleias foram descobertas por um grupo de turistas.
Sempre atento:
Observer!


![Anti-sionistas[3]](https://ptesoterico.files.wordpress.com/2011/02/anti-sionistas31.png?w=595)

