Garantia dada à revista «The New Yorker» por um dos participantes na operação em que o líder da Al Qaeda foi morto
A equipa de operações especiais dos EUA que matou Bin Laden nunca teve a intenção de apanhar vivo o líder da Al Qaeda. O objectivo era eliminá-lo. A garantia é dada num extenso artigo da revista norte-americana «The New Yorker», que conta o pormenor toda a operação.
«Ninguém queria detidos», disse à revista um dos militares que participou na operação, salientando que este era um dado adquirido. «Nunca houve qualquer dúvida».
Esta versão dos factos surge em contradição com a oficial, do governo norte-americano, que salienta que caso se tivesse rendido, Bin Laden teria sido capturado vivo.
Num relato detalhado sobre como tudo se passou no completo de Abbottabad, no Paquistão, é explicado que o líder da Al Qaeda não teve tempo sequer para fazer essa escolha.
Assim que os operacionais entraram no quarto onde se encontrava o homem mais procurado do planeta, um dos operacionais disparou um primeiro tiro contra o seu peito e em seguida disparou um segundo na cabeça, por baixo do olho esquerdo.
«Por Deus e pela pátria – Geronimo, Geronimo, Geronimo», disse este militar via rádio. Fez uma pausa e acrescentou: «Geronimo EKIA». A sigla em inglês para «inimigo morto em acção» sinalizava que a missão estava cumprida.
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