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As facturas de electricidade são facturadas pelo dobro doque consumimos para subsidiar as empresas fornecedoras de energia

Luz: metade do que paga não é consumido

Subsísios às empresas energéticas, autarquias e regiões autónomas, renováveis, centrais a gás e carvão, etc. são pagas pelos consumidores

Metade da nossa factura de electricidade não diz respeito a energia consumida e sim a subsídios às empresas produtoras de electricidade.

O anterior Governo deixou esses subsídios crescer até aos dois mil e quinhentos milhões de euros e a Deco já reclamou ao novo Governo um corte sério nesses custos, para não agravar ainda mais a vida dos consumidores.

A TVI pegou numa factura real, apresentada pela EDP a uma família portuguesa, de 253 euros, referente a três meses de consumo. O valor, além da energia consumida, inclui 138 euros de subsídios decididos pelo Governo.

De acordo com as letras pequeninas na faixa cinzenta da própria factura, estes custos «decorrem das medidas de política energética» e o seu valor «é independente do comercializador de energia eléctrica».

Os governos de José Sócrates aumentaram 500% os subsídios políticos à produção de energia eléctrica. Os subsídios políticos à energia estavam abaixo dos 500 milhões de euros em 2005, quando José Sócrates tomou posse, e foram subindo até que, em 2011, obrigam famílias e empresas a um extra nas facturas de electricidade superior a 2.500 milhões de euros, três vezes o corte no subsídio de Natal decidido para este ano.

A excepção foi 2009, ano de eleições, em que o Governo baixou momentaneamente o impacto dos subsídios nas facturas, mas não cortou os subsídios, remeteu-os para o défice a pagar pelos contribuintes e pelos consumidores nos anos seguintes.

Nas facturas estão incluídos subsídios de 747 milhões de euros às renováveis, que ganharam o direito de vender à rede toda a energia que produzam, ao dobro do preço de mercado. E há ainda 1.075 milhões em subsídios às centrais a gás e carvão, subsidiadas para conterem a sua produção a níveis reduzidos.

A Deco defende que o novo Governo deve afrontar estes subsídios para proteger os consumidores, sobretudo durante a crise.

Jorge Morgado, da associação de defesa do consumidor, explica que se nós baixássemos 30% desses custos, seria possível evitar os aumentos de 2 dígitos nas tarifas, que vão agravar a vida económica das famílias portuguesas.

Nas facturas estão ainda incluídos subsídios e descontos às câmaras Municipais, no valor de 241 milhões de euros, è de 89 milhões às regiões autónomas.

Vejam o video no seguinte link: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/luz-electricidade-energia-factura-subsidios-agencia-financeira/1289815-1730.html

Sempre atento:

Observer!

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