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O mundo precisa de bom senso e portugal de black block

Rasguem-se os cocktails e peguem-se nas almas furtadas. Partam-se os mundis falacianos e reguem-se os cegos com justiça. E por fim, mas não por último, façam-se ouvir as vozes.
Tumulto precisa-se! Agitação…Procura-se!
Pois assim que as ovelhas cheguem atrasadas, os colarinhos passam a comer-nos as entranhas. Tão estranhas e envelhecidas, de imaginação vazia e empobrecida por anos a fio de entretenimento futil e de que fácil mais fácil não haverá. O que acaba por ser o algodão na prova dos nove. Não engana!

Censura

Porque enquanto os homens-sombra dormirem de sorriso facilmente satisfeito e olhar vazio e atarantado, jamais se juntarão à causa apesar dos seus dorsos já se contorcerem em convulsões arrítmicas sem saberem se continuam a norte ou se por outro lado nos complementam a sul. Enquanto os seus esqueletos e os seus elmos, erguem também os seus escudos físicos tentanto proteger do cadafalso, os que se protegem através dessa atitude anti-democrática sob um abrigo de palavras sem sentido.

Revolução!

Nós continuamos a passar. Com as almas a secar e os corpos feridos por balas-falácia e mais falácias. Caminhamos de forma débil entre formatações e publicidades púbicas. Sob a capa de lã e medo. À espera que nos roam os ossos. Que falta de imaginação!
Que indignação!
Ergam-se os punhos cerrados da razão. Sem medo tomaremos não as escadas, nem tão somente as janelas, mas sim as paredes. Vamo-nos embriagar no chão, no tecto, no ar dos santos e bentos que nos pertencem de uma forma mais-que-democrática. Devem-nos aquilo que pagamos e devem-nos a verdade. Não nos devem a dívida. Então Marchemos!
Porque nos devem as lágrimas e as almas.

Evolução...

 Texto original de: Observer

Sempre atento:

Observer!