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Passos: «Só saímos desta situação empobrecendo» (este gajo que não se atravesse numa passadeira quando eu estiver a conduzir)

Primeiro-ministro explica que sector privado também vai sofrer com o ajustamento e não podia sobrecarregá-lo ainda mais

Uma imagem vale por mil palavras...

 

O primeiro-ministro alertou esta terça-feira para a necessidade de se reduzir o endividamento público, mas também privado, o que implica salários e nível de vida mais baixo. «Só saímos desta situação empobrecendo em termos relativos e até absolutos, porque o Produto Interno Bruto (PIB) já está a cair», afirmou.

Uma afirmação utilizada para justificar o corte de subsídios de férias e Natal aos funcionários públicos e pensionistas, medida que o chefe do Executivo reiterou ser «necessária» e o «único caminho possível» para corrigir as contas públicas do lado da despesa e cumprir até ao fim do ano a meta de redução do défice acordada com a troika. No entanto, o chefe de Governo promete compensar a Função Pública.

Passos Coelho, que falava na conferência «Portugal 2012: Os Desafios do Orçamento do Estado», promovido pelo «Diário Económico» e pela Ernst & Young, garantiu que o Governo não tem «prazer absolutamente nenhum em estar a castigar um grupo específico da população». Mas a única alternativa era «aumentar a carga fiscal para todos». Uma solução que o Governo recusou porque «dificilmente seria considerável credível no exterior» e porque «iria penalizar mais o esforço de recuperação económica que o lado privado da economia tem de fazer, porque o Estado não pode fazê-lo».

Para além disso, lembrou, «toda a área privada precisa também de fazer um ajustamento. Não foi só o Estado que se endividou. As empresas precisam alterar as suas margens operacionais e as pessoas vão sentir isso de uma forma muito dura no sector privado, porque vão perder os seus empregos. Não podemos ser cínicos nesta matéria. Vai haver mais desemprego no ano que vem e não vai ser o Estado a suportar essa factura, vão ser as empresas e as pessoas no sector privado. Não podíamos sobrecarregá-las ainda mais», concluiu.

O primeiro-ministro mostrou-se ainda receptivo a negociar o Orçamento do Estado com o PS, mas não cede no essencial. (Agora já são todos bons outra vez)

Sobre o sector financeiro, Passos diz que nem todos os bancos renunciarão à ajuda do Estado. (Só aqueles a quem o estado não lá põe o dinheiro so contribuinte para os financiar)

O chefe de Governo admitiu ainda que é preciso ajustar o programa da troika. (Também acho, com cocktails molotov)

Sempre atento:

Observer!

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