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Denúncia (apelo à revolução apartidária popular)

Portugal é uma Republica das Bananas, muitos portugueses (não todos) são obrigados a passar sacrificios, a trabalhar mais de 10 horas por dia para receber um vencimento miserável, muitos declaram falência, vem a voracidade das finanças a penhorar-lhes o carro, a casa e os vencimentos, porque não pagaram o IMI, porque não pagaram as suas contribuições para com o Estado. No entanto existe uma outra classe, a dos Gestores à Rasca, que se alimenta destes impostos que desconhece a crise, que aufere vencimentos e regalias escandalosas com a complacência do governo.
 
Vãs as palavras do Primeiro Ministro quando afirmava que a crise ia ser paga por todos. Por todos Senhor Primeiro Ministro?!? Fique com esta amostra dos vencimentos dos gestores madeirenses, e para o continente não se ficar a rir está em anexo um artigo publicado na revista Sábado em Fevereiro de 2011. É assim por todo o País estes casos multiplicam-se pelas autarquias, empresas municipais, institutos públicos, fundações e organismos estatais. Que escândalo de República. Que escândalo de País.
 
PEDRO FERREIRA(Metropolitana) é um dos mais bem pagos, pois aufere 3.993euros de ordenado, a que acrescem 1.397 euros de despesas de representação, totalizando 5,532 euros. 
Obs:
 Afectando 32% dos encargos com o pessoal para pagar a administração (138 mil), o engenheiro lidera a empresa que tem o maior passivo bancário: 179,7 milhões de euros. 

Pedro Ferreira

 
RICARDO MORNA JARDIM (Madeira Parques) tem um ordenado de 5.499 euros, sendo o gestou que inscreveu o valor mais alto por conta do combustível (250 euros). 
Obs:
 Lidera a gerência mais cara, a única com 2 administradores a tempo inteiro que custam 148.336 euros, o que representa 45,3% dos encargos com os 8 funcionários. 

Ricardo Morna Jardim

 RUI ADRIANO está legalmente reformado (2.737€) desde 2007, mas enquanto presidente da Sociedade de Desenvolvimento do Norte aufere 5.249 euros. 
Obs:
 Sendo o único administrador executivo, afecta 100% dos 86.302 euros de custos com a gerência, ou seja 9,9% dos gastos com o pessoal. É o que mais gasta em despesas de representação: 28.000€.

 

Rui Adriano

 FRANSCISCO TABOADA (Porto Santo) tem 5.249 euros como remuneração base, com a curiosidade de ser o segundo com maior gasto de combustível (200 euros). 
Obs:
 O seu cargo e a administração da empresa representa apenas 9% dos encargos com o pessoal, embora a sociedade que lidera seja a que soma mais prejuízos: 32,3 milhões de euros. 

 

Francisco Taboada

 RAUL CAIRES ganha 4.893 euros no Madeira Tecnopolo

 

Raul Caires

 BRUNO FREITAS invoca as remunerações dos presidentes dos portos de Lisboa (6.415 euros) e Sines (5.675) para legitimar remuneração de 5.359 euros enquanto presidente da APRAM

Bruno Freitas

 JORGE FARIA, o presidente do IDE, tem direito a 4.808 euros por mês.  

 

Jorge Faria

 

PAULO SOUSA (Ponta Oeste) tem uma remuneração total de 5.514 euros. 
Obs:
 A empresa que lidera é a que está em maiores dificuldades, com o maior passivo (206,2 milhões) e dívidas a fornecedores (8,7). E é o que gasta mais em deslocações (41.773), embora a administração represente 9,6% dos encargos com o pessoal.
 

Paulo Sousa

 

TOP dos Gestores Públicos da Madeira

ANTÓNIO ALMADA CARDOSO, SESARAM – É o gestor público mais bem pago, pois aufere 7.421 euros, incluindo 1.663 euros de despesas de representação. O presidente do 
Conselho de Administração do Serviço Regional de Saúde acumula com o exercício de funções clinicas.

NUNO HOMEM COSTA, HORÁRIOS DO FUNCHAL – Apesar de ter direito a uma reforma de 3.874 euros como militar e oficial da PSP, aufere 6.063 euros por mês como presidente da HF, incluindo os 1.399 euros para despesas de representação já que o vencimento mensal líquido é de 4.664 euros.
PIMENTA DE FRANÇA, IGA – O responsável pela empresa de gestão da água, lixo e esgotos aufere 5.920 euros por mês, sendo o gestor que tem o mais elevado gasto em despesas de representação (1.716 euros), facto explicável por acumular funções em três empresas.

RUI REBELO, EEM – O presidente da maior empresa pública regional foi relegado para o terceiro posto, com uma remuneração total mensal de 6.051 euros, com a particularidade de já não haver aumentos desde 2004.

 
 
Sempre atento:
 
Observer!


 

 

 


 



 

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