Arquivo

Archive for the ‘Teosofia’ Category

Milagre ou Manipulação?

Fevereiro 4, 2011 5 comentários

Esta foto foi tomada pelo fotografo oficial do Vaticano no dia do atentado ao Papa João Paulo II.

O Vaticano liberou-a depois da morte do Santo Padre e após longos estudos químicos na revelação da mesma.

Não se sabe porque João Paulo II quis manter oculta esta foto por tantos anos. A Santa Sé publicou há pouco, pela primeira vez, esta foto que fora tomada pelos seguranças, no preciso momento do atentado ao Santo Padre, quando este caía no papamóvel, dobrado pela dor.

De acordo com Joaquín Navarro Valls, porta-voz da Santa Sé, foram muitos anos de estudos da revelação  desta incrível fotografia e naturalmente sobre a qualidade do filme utilizado, já que na  primeira revelação não se conseguia ver direito a imagem porque não era muito nítida. Finalmente  e depois de havê-la submetido a mil controles com os fotógrafos mais especializados do mundo,  decidiram que não havia truque nenhum nela e hoje nos presenteiam com este belo dom de Nossa Senhora, Mãe de Deus.

A Interpretação Gnóstica do Xadrez

Dezembro 9, 2010 6 comentários
O Jogo da Vida vulgarmente conhecido como Xadrez, é o Jogo que representa simbolicamente a Vida em si, o percurso de cada um em cujo objectivo é ascender, transmutar, como em alquimia, as energias e eliminar os nossos egos, limpando o nosso transfundo para de Seres Lunares (o que somos) ascendermos a Seres Solares (o que pretendemos ser). Porém a vida é um tabuleiro de xadrez, no qual cada um dos nossos actos é uma jogada. Se as nossas jogadas forem boas, inteligentes e oportunas o resultado será o êxito, saúde e longevidade. Se pelo contrário as nossas jogadas forem feitas de má-fé, egoístas e inoportunas, o resultado será o fracasso, a enfermidade e a morte.
  • O Tabuleiro: É o jogo da Vida e nunca sabemos quando jogamos a última partida. O Tabuleiro é um quadrado perfeito com 8 casas em cada um dos quatro lados. Representam as 8 Dimensões Cósmicas e as 8 realidade alternativas.
  • Os Quadrados Pretos e Brancos: Símbolo maçónico que representa o dualismo cósmico da terceira dimensão, representando o Yin e o Yang, a Roda do Samsara ou Roda da Vida, as forças evolutivas e involutivas que por vezes nos energizam, as casas pretas dão-nos força negra e as casas brancas, força branca, representando o positivo e negativo, o equilíbrio em tudo.
  • Os Peões. Indicam as 8 Virtudes de Kundalini e que as devemos conquistar para podermos ser aceites por Devi Kundalini. Os Peões Representam as Massas Populacionais, o Povo.
  • Rei e a Rainha. Simbolizam o Homem e a Mulher, o género masculino e feminino que trabalham para a Grande Obra Divina da Vida, porém daqui surgem relações karmicas punitivas e/ou auxiliantes.
  • Os Bispos, os Cavalos e as Torres representam as Ordens/Sociedades Secretas:
  1. Os Bispos são a Lança e a Gadanha, simbolizando desta maneira a Mãe Divina fabricante de Corpos e desintegradora de Egos. Representam as Ordens Religiosas
  2. Os Cavalos: são a força que se vai adquirindo através do trabalho com a energia sexual transmutada, simboliza também a Inteligência, a Ousadia e a Astucia. Representam as Ordens Laborais, Militares e Bélicas.
  3. As Torres são a manifestação do Corpo Astral (dos Desejos)  e o Mundo Mental (da Racionalização). Representam as Ordens Políticas do Poder.

Se analisamos numericamente a quantidade de casas num tabuleiro, encontraremos 64 casas (6+4=10), que para efeitos cabalísticos, dá-nos um total de 10, o qual representa a Lei da Recorrência, a Repetição, a Retribuição, a Roda do Samsara, as forças evolutivas.  (Lei do Dharma+Lei do Karma = 5+5=10)

A quantidade de casas brancas é 32 (3 + 2 = 5), a lei do Dharma. Em linguagem mística da luz, quando nos iniciamos, quer no Jogo quer na Vida, existem forças brancas que nos dão as boas vindas, ou seja, quando nascemos somos “peões” com energia branca que nos indica o caminho da evolução. Porém como nada na Natureza é exacto, chega o momento em que somos postos à prova e somos confrontados com o sucesso/fracasso e mediante as nossas acções receberemos em conformidade as reacções que caracterizam a Lei do Karma e Dharma e ou nos fazem cair nas garras das forças involutivas e perdemos o jogo, ou por outro lado nas forças evolutivas e ganhamos o jogo ou ainda por seu lado nenhuma delas e empatamos permanecendo no mesmo Estado Evolutivo (caracterização da Roda do Samsara). A quantidade de casas pretas é de 32 (3 + 2 = 5), a Lei do Karma, que na linguagem mística das trevas é a decadência, a disfunção e a morte.

Todavia o bem e o mal não existem. Uma coisa é boa quando nos convém e má quando, igualmente por interesse, não nos convém. Na verdade o Ser Humano é um animal de interesses. O bem e o mal são uma questão de conveniências caprichosas do Corpo Mental. O homem que inventou as fatídicas terminologias do Bem e do Mal foi um atlante chamado “Makari Kronverzyon”, distinto membro da sociedade científica “Akaldan”, situada no continente perdido. Este velho sábio jamais suspeitou do grave dano que causaria à humanidade ao inventar esta duas terminologias antagónicas/facções.

Ler mais…

“A Inutilidade dos Sindicatos”

Novembro 24, 2010 1 comentário

Pensamento/Reflexão: Num dia de Greve Geral contra as “enésimas” medidas de Austeridade do Governo Socialista, convocado pela CGTP e UGT, é pertinente recordar evocando um artigo de Fernando Pessoa, um dos mais ilustres representantes da lusofonia no Mundo.

 

Ler mais…

O que é a Gnose? E o que há de Gnóstico no Universo e na Humanidade?

Novembro 10, 2010 Deixe um comentário

A Gnose é originária do substantivo do verbo grego, “gignósko”, que significa conhecer. Para os Gnósticos, praticantes da Gnose, a Gnose é o conhecimento superior, interno, cientifico, artístico, filosófico, espiritual e iniciático que representa um conhecimento que nos leva à autorealização e ao desenvolvimento harmonioso connosco mesmo e com aqueles que nos rodeiam. No grego clássico e popular chamam-lhe, “koiné”, cujo significado é semelhante ao da palavra “epistéme”, que na filosofia contemporânea significa conhecimento cientifico. Enquanto a palavra Gnose significa conhecimento, o seu antagónico é Agonia, que significa ignorância.

A Gnose origina muitas palavras do nosso quotidiano, como por exemplo, prognósticos e diagnósticos.  A verdadeira Gnose é universal e promove a libertação da consciência das suas limitações/Egos, estando dirigida a todos os Seres Humanos, independente da cultura, raça, crença e orientação sexual. A palavra Gnose é o conhecimento prático que nos guia na procura de um sentido e finalidade na nossa existência. A Gnose é a pedra basilar das nossas experiências. A Gnose é a unidade de medida do Autoconhecimento. A Gnose é a ciência da consciência, pela qual devemos compreender o que é a “consciência” e como a podemos despertar.

“Não é demais, neste tratado, esclarecer de forma enfática que o Gnosticismo é um processo religioso muito íntimo, natural e profundo; profundo esoterismo autêntico, desenvolvendo-se de instante em instante, com vivências místicas muito particulares, Doutrina e ritos próprios. Doutrina extraordinária que, fundamentalmente adopta a forma mítica e, às vezes, mitológica. Liturgia mágica e inefável, com viva ilustração para a Consciência Superlativa do Ser.”

Samael Aun Weor

Nós encontramos estes princípios, como denominadores comuns, em todas as tradições e correntes autênticas, cientificas e esotéricas, entre elas: Ciência, Arte, Filosofia e Religião, que constituem as quatro colunas do Autoconhecimento. Podemos encontrar esta realidade através de documentações e teorias escritas ao longo dos Séculos, “Bíblia”, “Apócrifos”, “A Doutrina Secreta” de H.P.Blavatsky, Budistas, Bhavagad-gita, Pitágoras, Mitologia, etc…).

AS QUATRO COLUNAS DO AUTOCONHECIMENTO OU OS QUATRO PILARES DA SABEDORIA GNÓSTICA:

  1. CIÊNCIA: A Ciências Pura baseia-se principalmente na Alquimia e na Kabala. Com a alquimia aprendemos quais as reacções físico-químicas para a transmutação das nossas energias e com a Kabala aprendemos a interpretar a linguagem, os números, as teorias e a simbologia, sendo ambas, as chaves para a Mudança Interior. A Ciência Pura é aquela que nos leva a constatar e experimentar, no nosso próprio corpo/nosso laboratório individual (somos detentores de 4 corpos, 1- Corpo Físico, anatómico, orgânico e fisiológico que tem ligações anatómicas aos restantes corpos da natureza Humana, 2- Corpo Mental, cuja ligação do corpo físico é através do Cérebro, 3- Corpo Astral, cuja ligação ao corpo físico é através do  Fígado e 4-Corpo Vital, cuja ligação ao corpo físico é através do Baço), as grandes realidades que ignoramos, já que a nossa consciência se encontra adormecida e aprisionada na nossa personalidade/mascara dos nossos Egos. Somos apenas 3% Essência (Consciência) e 97% Egos (Inconsciência). Para se despertar a consciência e libertar a essência dos egos utilizam-se distintas práticas: a Meditação, Auto-observação, Viver o Aqui-e-Agora, Viagens Astrais, desenvolvimento dos Chakras, Mantras, Regressões etc…
  2. ARTE: Em todos os tempos os grandes mestres da Arte objectiva, plasmaram numa linguagem oculta muitos sinais do caminho, entre eles: Leonardo Da Vinci, Miguel Ângelo, Wagner, Goethe entre muitos outros; foram não só grandes artistas como também grandes místicos. A Arte é constituída por sete subtipos, a Oratória, a Poesia, o Canto, a Música, a Dança, a Escrita e o Teatro.
  3. FILOSOFIA: A Filosofia é a arte do pensamento, é a ferramenta para nos dar as respostas às grandes questões inquietantes da nossa Vida: Quem somos? De onde viemos e para onde vamos? Qual é o sentido de nossa existência? A filosofia gnóstica é a filosofia do momento conhecida como “ZENIT”.
  4. RELIGIÃO: Yoga no sânscrito significa União com Deus. “A religião mais elevada é o Amor Fraterno”, ensina o Mestre Samael Aun Weor.  A palavra Religião vem da palavra greco-romana “religare”, que quer dizer, voltar a unir. Indica o princípio da “Lei do Um”, que une a nossa consciência individual à Consciência Cósmica Absoluta, denominada “Protocosmos”. A nossa pequena Essência (consciência) ou chispa Divina que se deve desenvolver, consubstanciando-se, para se reintegrar no Autocosmo, responsáveis pela criação dos Universos, antes de nos reunirmos no “Protocosmos” onde seremos Todos Um, ou seja, Energia.

O lado gnóstico de Pinóquio (V)

Outubro 21, 2010 Deixe um comentário

A Iniciação

Pinóquio, salvo de novo pela Consciência externa, volta para casa para se desculpar e juntar-se ao seu Pai (Criador), mas para seu espanto encontra a casa vazia, descobre que Geppetto fora engolido por uma baleia gigante quando fora em seu socorro. Pinóquio de seguida, salta na água sendo igualmente engolido pela mesma baleia para reencontrar o seu Pai (Criador). Esta é a sua iniciação final, onde Pinóquio terá que fugir da escuridão, da ignorância e da vida fácil (simbolizada pelo ventre da baleia gigante) e, por fim, o atingir da luz Espiritual. Mais uma vez, Carlo Collodi, foi fortemente inspirado por uma história clássica de iniciação espiritual: o Livro de Jonas. Encontra-se no Cristianismo, Islamismo e Judaísmo, “Jonas e a Baleia” também são lidos nas escolas místicas.

Ler mais…

O lado gnóstico de Pinóquio (IV)

Outubro 21, 2010 Deixe um comentário

A tentação pelos Prazeres Materiais

Após a intervenção Divida, Pinóquio volta a encontrar-se e ao caminho certo, todavia,  reencontra novamente  Foulfellow, a Raposa, e Gideão, o gato, que o atraem para a “Ilha dos Prazeres”, um lugar sem escola (conhecimento) e regras (moral). As crianças podem comer, beber, fumar, combater e destruir tudo à vontade, tudo sob o olhar atento de um Cocheiro. A “Ilha dos Prazeres” é uma metáfora para a vida do “profano”, que é caracterizada pelos conhecimentos maçónicos, a gratificação imediata e a satisfação dos baixos impulsos.

O Cocheiro incentiva tais comportamento, sabendo que é um método eficaz para criar escravos. Os rapazes que se entregam o suficiente, transformar-se-ão em burros para serem explorados pelo Cocheiro a trabalhar numa Mina. Outra representação cujo simbolismo é bastante negativo, desta vez, das massas populacionais embrutecidas e ignorantes.

Ler mais…

O lado gnóstico de Pinóquio (III)

Outubro 21, 2010 Deixe um comentário

A fama e a Fortuna

No seu caminho para a escola, Pinóquio é interpelado por Foulfellow, a raposa, e Gideon, o gato. Neste momento, quando Pinóquio sai de casa, vê-se pela primeira vez com o seu livre-arbítrio nas mãos, e tem a hipótese de escolher entre dois caminho para chegar ao sucesso, um mais moroso e complicado (escola) ou outro imediato e acessível (teatro), acabando por ignorar a sua consciência e seguir o caminho mais fácil para o sucesso: o Teatro.

Ler mais…