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Um pouco do meu pensamento

Janeiro 1, 2011 1 comentário

Escrevo ao fim de uma longa pausa, porque sinto que devo. Farto de politiquices, futebol, “reality shows” filmes, séries e novelas, escrevo algo que considero fundamental. É no ano novo que se começa(um novo ano claro, mas muitas vezes algo que transcende os 365 dias que se seguem). Escrevo o que me vai na alma pelo que vejo, pelo que estudo e pelos meus princípios do que acho que deve ser o mundo onde vivo. E aqui vai um pedaço do meu pensamento…

As diferenças de poder

Estando numa sociedade que mede as pessoas pelo poder que detêm e não pelo dinheiro, como se pode pensar inicialmente. O dinheiro é uma ferramenta. Dinheiros de lado, falamos de poder. Quem tem poder, tem-no sobre quem não o tem. O poder serve para quem o tem, manipular quem não o tem. Quem não o tem não gosta de ser manipulado. O receio e a expectativa de não o ter, acresce para o medo de “ficar por baixo”. A luta pelo poder pode ver-se de duas perspectivas: ganhando poder por si, ou fazendo os outros perde-lo. Exemplos de ganhar poder, temos o de ter um bom emprego, bons conhecimentos. Na perspectiva de tirar poder, temos os assaltos, as violações, os gangs e todo o tipo de acções às quais chamamos crimes. Ora, na minha perspectiva, o que é criminoso é a diferença de poder. E deveriam ser avaliadas ambas as perspectivas pelo mesmo olho. É a sobreposição de poder que é criminosa, pelo simples facto de que se eu tenho mais poder que vós, vós ireis tomar uma acção para não ficar em desvantagem. A precursor do crime foi a minha sobreposição. Quem tomar a acção contra mim(alguém querido ou das minhas relações) pode e vai despoletar uma acção mais ou menos “harmoniosa” da minha parte. É a tentativa de balancear, de equilibrar. Só estaremos em paz no equilíbrio.

Socialmente falando…

É nestas alturas que vemos mais assaltos, mais distúrbios, mais desacato…enfim…mais criminalidade pela busca de usurpar o poder ao próximo. Talvez pudéssemos olhar para o equilíbrio da balança no “poder” de compra nesta altura do ano. Olhamos para estes crimes como “lá está a escumalha a fazer porcaria”, e fazem-no, pois. Está na altura de começar a olhar para as causas em vez de tratarmos dos problemas à porrada pelos agentes policiais, que não têm outra maneira de “tratar” do assunto, sem culpa no cartório, pois se seguirem as leis à risca, arriscam o pescoço por nada, sem tentativa de resolver o problema.

Os votos para o futuro…

Para que as coisas funcionem, temos de olhar para nós como pessoas. Digo isto para além do respeito que devemos ter pelo próximo. Digo isto por que temos de evoluir como humanidade e não como bairros bons, deixando os bairros maus para trás. Vejo duas hipóteses no cenário em que estamos. Ou erradicamos quem não tem poder(que não me parece uma solução de boa fé) ou convivemos e partilhamos o mesmo planeta e encaramos o assunto de maneira séria. Temos de estar todos ao mesmo nível para que não aconteçam os desequilíbrios que provocam os problemas sociais. O poder é uma herança para toda a humanidade, dividido igualmente por todos. Só assim poderemos evoluir como humanidade. Não é a tecnologia que faz de nós seres avançados. E quem nos vai ouvir, pensam vocês…como vamos meter isto na cabeça de quem detém o poder? É tornando conscientes deste conceito quem não o tem, pois é quase a totalidade da população.

A única maneira de equilibrar a balança do poder, sem prejuízo, é difundir este conceito na memória da humanidade…

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Vale a pena ver este site…

Outubro 20, 2010 5 comentários

É um site sobre a corrupção dos nossos queridos politicos(e não só). Deliciem-se….

Democracia em Portugal

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A Origem das Coisas

Outubro 4, 2010 7 comentários

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Salazar – O génio do século(parte segunda)

Maio 20, 2010 1 comentário

Salazar – O génio do século

(Parte Segunda)


(continuação da parte primeira)

A governação do génio

Segurança e Justiça

Já se disse aqui que a constituição preserva as liberdades, direitos e garantias individuais dos cidadãos, e ficando esta subordinada aos regulamentos, fez-se que estas liberdades, direitos e garantias fossem arbitrados pelos mesmos regulamentos, à discrição de quem os usa. Com o restauro dos corregedores e desembargadores, os juízes foram reduzidos a meros funcionários do estado, e como tal, regidos pelo mesmo, eliminando, assim, a independência que é fundamental para a função. As promoções de “amigos do regime” e o consequente afastamento dos outros, determinou que os mais fracos de princípios fossem promovidos, inibindo a vontade de ser melhor profissional, mas principalmente desacreditando e desmotivando para quem destas condições não quer compartilhar(normalmente, os de melhores princípios). Com os corregedores, o julgamento era feito não de acordo com o julgamento do juiz, mas com o julgamento do corregedor, não fosse este não gostar da decisão que o juiz tomou. Passaram assim os juízes a ser marionetas do sistema. Criaram-se os tribunais plenários, estes extensões da PIDE, para os crimes políticos, reinados por militares e fantochados, posteriormente, por juízes escolhidos, de onde quase ninguém saía sem condenação. Prendiam-se pessoas preventivamente, com e sem motivo (o qual, muitas vezes, nem o preso chegava a saber, impossibilitando qualquer defesa), sem direito a um telefonema, sem aviso dos familiares mais directos, para serem libertos dias, meses ou anos mais tarde, por vezes, já sem vida e após actos de violenta tortura. Ler mais…

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Salazar – O génio do século

Maio 20, 2010 5 comentários

Salazar – O génio do século

(Parte Primeira)

Nota explicatória

Dei-me ao trabalho de escrever estas notas por promessa a um amigo e para equilíbrio a um outro artigo que saiu neste blog. Nem tudo foi bom, nem tudo foi mau, acho eu. Não vivi nesta época, por isso fundamento-me em quem a viveu. Nos máximos das minhas possibilidades tentarei deixar os registos e referências que deram origem às notas. Ficam assim estas, para proveito educativo(espero) de quem as leia.

Um pouco da história de Portugal

Antes do 28 de Maio de 1926, estavam os republicanos no poder. Duas queixas foram a eles apontadas. Primeira, era a inconstância dos ministros e dos ministérios, que não chegavam a acabar os projectos. A segunda, era a longa permanência do partido republicano no poder. Contraditórias, estas afirmações, visto vivermos nessa altura uma democracia, o facto deste partido estar no poder seria resultado de eleições. Ler mais…

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O Erguer Do Quinto Império – Introdução

O Erguer Do Quinto Império

 

Introdução

 

Dentro de cada um de nós, por vezes, parece brilhar uma pequena centelha… aquela que nos instiga, que nos provoca, que nos diz que algo não está certo. Uma pequena centelha que, apesar de, toda a impotência que sentimos perante um gigante como a sociedade actual, se levanta para assinalar que algo tem de ser feito, algo tem de ser mudado. Às vezes, há algo que nos diz que não é assim que as coisas deveriam ser. Algo dentro de nós, que nos diz que não é num mundo assim que deveríamos viver… Ler mais…

O Erguer Do Quinto Império

Abril 5, 2010 7 comentários

O Erguer Do Quinto Império

 

Visto ser um assunto vasto, e para que não seja muito massudo nem para mim nem para o leitor, resolvi separar o assunto em vários capítulos. Para facilitar, criei este post como indice para os outros, que realmente terão algum conteúdo, que eu espero que achem interessante.

  • Introdução
  • Breve historia não convencional de Portugal
  • As qualidades nos nossos defeitos
  • O Quinto Império
  • Portugal esotérico

Os links para os posts irão sendo criados à medida que estejam acabados, pelo que este post pode ser actualizado párias vezes.

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