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Archive for the ‘Ciências da Saúde’ Category

A Glândula de Pineal

Fevereiro 9, 2011 1 comentário

Novos conceitos e avanços nas pesquisas. Dr. Sérgio Felipe de Oliveira:

We’re getting closer to an invisibility cloak

Fevereiro 5, 2011 Deixe um comentário

Star Trek‘s Romulans and Harry Potter better watch out — we are getting closer to an invisibility cloak, a physics team reports.

S. Zhang

Built of a natural calcite crystal, the cloak that the Nature Communications journal team led by Shuang Zhang of the United Kingdom’s University of Birmingham, reports (an“invisibility cloak” device ) can hide millimeter-sized objects and maybe much more.

“The cloak can be readily scaled up to hide larger objects, depending on how large a calcite crystal we can find in nature,” Zhang says, by email. “The cloaks might have military applications, for instance, to hide something (such as submarine) on the sea floor, or applications in cosmetics, to hide moles or blemishes on human skin.”

In the last decade, physicists have made advancements in”invisibility cloak” devices, typically engineered “metamaterials” that can conceal objects from microwaves at microscopic sizes.

Zhang and colleagues beat having to make their cloaking device by letting Nature do the work, in the form of a calcite crystal:

In this article, we report the first demonstration of a macroscopic volumetric cloaking device operating at visible frequencies, which can conceal objects of sizes of at least 3 orders of magnitude larger than the wavelength of light in all three dimensions, and works for a specific polarization of the incident light. The cloaking design uses birefringence in a natural crystal calcite, thus eliminating the necessity of time-consuming nanofabrication processes and enabling the realization of cloaking at macroscopic scales. Th e cloaking eff ect was directly observed for red and green laser beams and incoherent white light without resorting to use of a microscope. The demonstration of a macroscopic invisibility-cloak paves the way for future applications of invisibility cloaking.

Calcite is a natural “anisotropic” material that bends light in the way that engineered metamaterials have to be carefully crafted to cause. The crystal, “transforms a deformed mirror into a flat one from all viewing angles,” says the study. “The cloak is capable of hiding three-dimensional objects three to four orders of magnitudes larger than optical wavelengths, and therefore, it satisfies a layman ‘ s definition of an invisibility cloak: namely, the cloaking eff ect can be directly observed without the help of microscopes.”

Say Zhang, by email: “In terms of the time scale, I think there are still years to come to see them being commercialized. The major issue is very large size of the cloak relative to the object to be concealed (about 20 times larger). In reality, cloaks of much more compact size (relative to the objects to be hidden) are highly desired, which requires materials with much larger birefringent effect than calcite. Such materials have yet to be synthesized by materials scientists.”

http://content.usatoday.com/communities/sciencefair/post/2011/02/invisibility-cloak-calcite/1

Oito semanas de meditação provocam alterações cerebrais

Janeiro 30, 2011 Deixe um comentário

Investigação sugere que a transformação é benéfica em saúde física e mental

Alterações benéficas relacionadas com memória, autoconsciência, empatia e stresse 

Alterações benéficas relacionadas com memória, autoconsciência, empatia e stress.
O trabalho mostra que as alterações presentes na estrutura cerebral podem estar relacionadas com esse rendimento. A autora da investigação, Sara Lazar, já tinha realizado estudos onde tinha encontrado diferenças estruturais no cérebro dos profissionais da meditação, ou seja, em pessoas com experiência neste tipo de práticas, em relação a outras pessoas sem antecedentes. As diferenças mais significativas verificaram-se na espessura do córtex cerebral, especialmente em áreas associadas à atenção e integração emocional. 

Na investigação corrente, a equipa utilizou imagens por ressonância magnética da estrutura cerebral de 16 voluntários, durante duas semanas antes e depois de realizarem um curso de meditação de oito semanas – programa definido pela Universidade de Massachusetts, para reduzir o stresse.

O curso previa reuniões semanais, que incluíam a prática de meditação consciente, centrada na consciência e sem prejuízo de sensações e sentimentos, os voluntários receberam gravações áudio para continuarem o exercício em casa.

Voluntários meditaram 27 minutos por dia, durante oito semanas. 

Voluntários meditaram 27 minutos por dia, durante oito semanas.

Alteração da massa cinzenta

Cada participante passou 27 minutos por dia a meditar, praticando os exercícios recomendados. Respostas a um questionário assinalavam melhorias significativas, comparativamente às semanas anteriores. A análise das imagens por ressonância magnética mostrou uma evolução na massa cinzenta, localizada no hipocampo – zona cerebral implicada na aprendizagem, memória, estruturas associadas à autoconsciência, compaixão e introspecção.

Verificaram ainda uma diminuição da massa cinzenta na amígdala cerebral, o conjunto de núcleos neuronais nos lobos temporais, relacionados com a diminuição do stresse. Contudo, nenhuma destas alterações foi observada no grupo de controlo dos restantes voluntários, ou seja, nos que não praticaram meditação.

Segundo o grupo de investigação, os resultados mostram a plasticidade do cérebro e como, mediante a meditação, este se molda e altera, de forma a aumentar o nosso bem-estar e a nossa qualidade de vida. Os avanços abrem portas para novas terapias para pacientes que sofram graves problemas de stresse e stresse pós-traumático, por exemplo.

Epidermodisplasia Verruciforme – The Treeman

Janeiro 24, 2011 Deixe um comentário

rootman1 Conheça o bizarro homem árvore

Dede, um pescador da Indonésia com 37 anos tem o corpo coberto de uma espessa camada bizarra de “raízes” que crescem ao long da epiderme!

rootman2 Conheça o bizarro homem árvore

Tudo começou quando Dede se cortou no joelho durante a adolescência. Um pequeno ponto protuberante surgiu ao redor da ferida e dias depois eram vários. Os dias passaram, tornaram-se anos e os pontos continuaram a crescer e a alastrar até atingir o estado que podemos presenciar nestas fotografias e vídeo.

izarro Conheça o bizarro homem árvore

A esperança para Dede surgiu quando um dermatologista americano o viu num documentário do Discovery Channel – “The Treeman”.

O médico interessou-se pelo caso e voou para Jacarta. Após o diagnóstico deste caso bizarro, o médico descobriu de que deformação padecia, propondo uma terapêutica baseada em vitamina A, composto orgânico em deficiência no seu organismo.

O Dermatologista testou amostras numa biópsia feita com amostras do tecido sanguíneo de Dede. O Dr Anthony Gaspari concluiu que o “Treeman” era na verdade um caso gravíssimo de Epidermodisplasia Verruciforme, uma doença viral  do papiloma humano gerador de verrugas e causador de sofrimento. Ainda há quem não aceita esta causa e que aponte este caso como uma doença cancerígena da epiderme humana.

Mas o caso de Dede era extremo: porque além do virus do papiloma humano, tinha uma raro erro no processamento do código genético humano que impede o sistema imunitário de combater as verrugas.

O Dr. Gaspary acredita que Dede nunca será uma pessoa normal, dada a gravidade do seu caso, mas que com o avanço da terapêutica talvez dentro de alguns anos volte a usar novamente as mãos para tarefas básicas do quotidiano.

O que só vem provar a imperfeição do código genético humano, qualquer falha de processamento pode dar azo a um ser, qui çá, complementa diferente!

Flúor na Água Canalizada

Janeiro 5, 2011 12 comentários

Recentemente descobri que existe um grande problema com água da torneira, esta água consumida e usada por nós para todas as necessidades domésticas, está fortemente “fluoretada” e não há filtros que nos valham.

O Flúor é 9º elemento da Tabela Periódico, a sua estrutura cristalina é cúbica, porém o seu estado natural na natureza é gasoso e é o elemento mais electronegativo e reactivo da mesma tabela. O flúor é o primeiro dos halogéneos sendo a sua forma ionizada F extremamente perigosa, podendo provocar danos graves, queimaduras químicas caso esteja em contacto com tecidos vivos. O flúor é o halogéneo mais abundante na crosta terrestre, com uma concentração de 950 ppm. Na água do mar encontra-se numa proporção de aproximadamente 1,3 ppm. Os minerais mais importantes no qual está presente são a CaF2, a Ca5(PO4)3F e a Na3AlF6. O flúor é um gás tóxico que mesmo na ausência de luz e a baixas temperaturas reage com o hidrogénio, elemento com o qual tem mais afinidade electrónica. O flúor também possui muita afinidade com o silício, por isso o ácido fluorídrico corrói o vidro e alguns metais.

A maioria das pessoas desconhece, mas o flúor trás mais perigos à saúde humana do que benefícios à mesma, e está presente em muitas substâncias quotidianamente usadas por nós: pasta de dentes, tratamentos dentários, fio dental, produtos para bochechar, ainda existe flúor em alguns chás, alguns medicamentos, nas panelas anti-aderentes, em todos os materiais constituídos por alumínio (porque o flúor é um subproduto efluente na produção do alumínio) e em muitas outras coisas tais como a água que sai pelas torneiras das nossas casas.

Embora pareça descabido e disparatado, contrariamente ao que se diz, o flúor provoca danos no esmalte dos dentes, causando fluorose dentária, os dentes perdem a sua cor e brilho naturais, tornando-se mais frágeis e quebradiços. Além disso, o flúor provoca precipitação de cálcio, o que prejudica a estrutura óssea dos dentes, sendo composta principalmente por cálcio, também pode causar osteoporose. A acumulação de depósitos de cálcio nas artérias pode conduzir-nos a doenças cardíacas e ateriosclerose. O Flúor também mineraliza tendões, músculos e ligamentos tornando-os frágeis e inflexíveis.

Há meses atrás assisti a uma palestra onde falavam como o fluoreto provoca a calcificação da glândula pineal, envolvendo-a numa crosta de cálcio. E todos sabemos, principalmente os mais crentes, o quão importante é esta glândula, conhecida nas Escolas de Mistérios como o “terceiro olho”, para o funcionamento do corpo humano. Entre outras coisas, o flúor acumula-se na glândula, causando uma redução na produção de melatonina, uma hormona que produz efeitos anticancerígenos.

Ainda encontrei dados que atestam que Hitler usou água fluoretada para controlar a população dos territórios conquistados, mas não fazia o mesmo na Alemanha. E que a China ainda se usa Flúor na água canalizada com o objectivo de controlar a Taxa de Natalidade.

Paralelamente aos enganosos benefícios do consumo do flúor, crescem internacionalmente movimentos que apoiam o fim do consumo de água mineral engarrafada, quer em programas de TV, quer em decretos de Lei como os que já foram aprovados em alguns países anglo-saxónicos, justificando-se com questões ambientais como a produção de garrafas de plásticos através do petróleo, o grande volume de resíduos por ele provocado e na qualidade analítica da água potável tratada (tendo esta última já sido desmentida).

Em vez de se apelar à reciclagem das garrafas de plástico como se costuma fazer com todo o tipo de resíduos, quando o assunto são as garrafas de plásticos de água mineral, os apelos são outros: o  não-consumo da água mineral para se poupar petróleo e diminuir o volume de resíduos.

Clique Aqui : Por esta razão, apoio a iniciativa criada numa página do Facebook por um elemento do Portugal Esotérico.org que referencia esta problemática.

Fluoride water ‘causes cancer’ – http://www.guardian.co.uk/society/2005/jun/12/medicineandhealth.genderissues

Movimento contra a fluoretação das águas de abastecimento no Brasil – http://venenofluor.blogspot.com

E Finalmente… A qualidade analítica de ambas as águas:

The research presented in other sections from Healthy Water has been based mainly on human studies usually looking at large populations or epidemiological analysis. These numerous studies have lead me to advocate that a “healthy water” is one that contains moderate amounts of TDS, is hard, and has an alkaline pH. What do the animal studies reveal?

Most animal experiments use water that is made “hard” or “soft” to which various harmful substances like cadmium, lead, chlorine or fluoride, have been added. What is usually found is that animals drinking the hard water have less of the harmful agent in their tissues than the animals drinking the soft water.

The animal experiments dramatically and clearly support the main conclusions observed from the human studies. Namely, hard water is healthier than soft water. References: (1) , (6) , (19) , (27) , (32) , (36) , (37):

Clicar em http://translate.google.pt/translate?hl=pt-PT&sl=en&tl=pt&u=http://blog.watershed.net/2008/06/01/why-mineral-water-is-the-best-drinking-water/&anno=2

(Em actualização)

HIV com Terapêutica?

Dezembro 15, 2010 2 comentários
Um grupo de cientistas alemães acredita ter provas de cura de um paciente norte-americano com SIDA utilizando células-estaminais adultas. Timothy Ray Brown, 44 anos, que vive em Berlim, tinha também leucemia, pelo que recebeu as células-estaminais, retiradas da medula óssea de um doador.

O doador das células que Brown recebeu no transplante tinha uma mutação: não produzia a proteína CCR5, fundamental para a multiplicação do vírus HIV no organismo humano.

Após o transplante em 2007, o paciente foi acompanhado pelos investigadores da Universidade de Medicina de Berlim.

Em 2009, estes publicaram um artigo científico que falava no «desaparecimento» do vírus HIV. Agora, na revista científica Blood, já falam de «provas de cura».

Os investigadores lembram que, como o estudo envolve apenas um paciente, é necessário ter cautela antes de dizer com certeza que se chegou a uma cura para a SIDA. É necessário repetir o trabalho muitas vezes ainda para que se tenha conclusões mais concretas.

Sex life of a Bacteria

Dezembro 10, 2010 Deixe um comentário

The pressures to evolve antibiotic resistance and other new abilities in response to a changing environment, force bacteria to “steal” genetic information from other better-adapted types of bacteria through the bacterial equivalent of sex, known as horizontal gene transfer. This lets the bacteria evolve the networks of chemical reactions that enable them to do new things, such as defend themselves against antibiotics or antibacterial sprays.

Now, working with the E.coli bacterium, researchers from the University of Bath have conducted a systematic study of how bacteria change their ‘metabolic networks’. The study, appearing in Nature Genetics, pieces together the history of new metabolic genes acquired by E.coli over the last several hundred million years.

The researchers estimate that approximately 25 of E.coli’s roughly 900 metabolic genes have been added into its network through horizontal gene transfer in the last 100 million years. This compares to just one addition by the most common source of new genes in animals. Why did E.Coli need all these new genes? To find out, the researchers cross examined dozens of E.coli’s closest bacterial relatives to see which genes were most commonly exchanged between them. This would bring to light the genes that have contributed the most to the evolution of metabolic networks across bacteria.

By and large, it was found that most of these genes helped bacteria cope with specific environments and challenges. Almost exclusively, the new genes were needed for new functions, not to make the bacteria better at what they were already doing. “Metabolic networks are systems of interacting proteins, which perform the chemistry with which a bacterium builds its own components,” said University of Bath researcher, Martin Lercher. “Bacteria often acquire new genes by direct transfer from other types of bacteria; in a way, that’s the bacterial world’s sex, and it plays a crucial role in how pathogenic bacteria acquire resistance to antibiotics.”

Lercher said the study was the first to examine the mechanism that allows complete metabolic networks to change over evolutionary time. “We found that bacteria use new genes not to improve their performance in the environments they already know, but to adapt to new or changing environments; and accordingly, genetic changes happen at their interface with the environment. In this way, bacteria are just as lazy as humans: why invent the wheel twice if someone else has already found a solution to your problem?”